Sem Espinhas: Rúben Trindade

Sem Espinhas é uma rubrica que dá a conhecer primeiro a pessoa, depois o profissional. Guilty pleasures, refeições estranhas e ingredientes improváveis são temas que fazem parte deste questionário. O convidado que se segue chama-se Rúben Trindade e é chefe da Casa do Gadanha, em Estremoz.

Se não fosses cozinheiro o que terias sido? Nunca pensei numa alternativa mas sempre gostei muito de desenhar, talvez fosse por aí.

Qual é aquela receita que nunca te sai bem? Se houve alguma receita que a determinada altura não resultou provavelmente hoje em dia já deve resultar.

Que ingredientes improváveis resultam muito bem? Há um prato novo na carta que junta vitela Mertolenga e ostras do Sado. Não sei é é novo mas é altamente improvável e acredito que resulte.

Qual foi a refeição mais estranha que já tiveste? Na Patagónia, no meio do nada e longe de uma caixa de multibanco, em que a única coisa que tinha para comer era um pão de cachorro velho e uma lata de milho fermentado que me havia sido oferecido por um companheiro mexicano. Acabei por fazer um “cachorro de milho fermentado” horrível mas que a paisagem lá ajudou a engolir.

A primeira vez que cozinhaste, preparaste o quê? Creio que foi um simples bife para o meu pai.

O que comes depois do serviço? Gosto muito de torradas bem queimadas e “ensopadas” em manteiga.

Qual é o teu maior guilty pleasure? Torresmos do rissol.

Qual o maior erro que já cometeste numa cozinha? Deixar o rolo de papel junto do bico do fogão! Podem imaginar o que se sucedeu…

A quem confiarias a tua cozinha por um dia? À minha mulher, Michele Marques.

Qual é o restaurante que gostavas de ter mas não é teu? O restaurante Baest, em Copenhaga.

Foto: Casa do Gadanha

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