Sem Espinhas é uma rubrica que dá a conhecer primeiro a pessoa, depois o profissional. Guilty pleasures, refeições estranhas e ingredientes improváveis são temas que fazem parte deste questionário. A convidada que se segue chama-se Catarina Garcias e é chefe da Cozinha das Flores, no Porto.
Se não fosses cozinheira o que terias sido? Na altura do secundário, também pensei em seguir jornalismo, mas nunca foi uma convicção forte.
Qual é aquela receita que nunca te sai bem? Não é que saía mal, mas não tenho grande paciência para bolos.
Que ingredientes improváveis resultam muito bem? Louro e pratos doces. Temos um gelado de louro na carta que acompanha o Fidalgo e é incrível.
Qual foi a refeição mais estranha que já tiveste? Estranho é quando vou a um restaurante e tentam vender gato por lebre. Há muito storytelling e pouco conhecimento verdadeiro das coisas.
A primeira vez que cozinhaste, preparaste o quê? Foi um prato de pasta de certeza. Ainda hoje é aquela comida de conforto para mim.
O que comes depois do serviço? Há sempre a clássica tosta mista ou um preguinho no Pontual.
Qual é o teu maior guilty pleasure? Batatas fritas! Se há algum pacote à minha frente, não resisto.
Qual o maior erro que já cometeste numa cozinha? Acreditar na palavra do outro.
A quem confiarias a tua cozinha por um dia? À minha equipa.
Qual é o restaurante que gostavas de ter, mas não é teu? Tem que ter uma cozinha aberta, porque já não me imagino a trabalhar de outra forma. Escolho o Pata Gorda, neste momento.
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