Mundo Vegetal 2.0

É um tema em inegável evidência no mundo atual. A viragem verde pode ser vista como um fenómeno ou como um resultado de uma conscientização global para com o consumo excessivo de carne. Nos últimos anos, a cozinha tem seguido essa tendência e em Portugal isso não foi exceção.  

Trata-se de pensar no vegetal como um todo, explorando sabores, texturas, cores e estética, tendo como base o respeito pelo produto. A prova desta “aceitação vegetal” pelos clientes lusos é a sua procura por refeições dessa tipologia, o que naturalmente levou a abertura de novos espaços no último ano. Dos “veteranos” Fava Tonka, Leça da Palmeira, do chefe Nuno Castro e Arkhe, Lisboa, do chefe João Ricardo Alves que abriram em 2018, aos novíssimos Seiva, Leça da Palmeira, do chefe David Jesus e Encanto, Lisboa, do chefe José Avillez – inaugurados entre o ano passado e este. No campo dos restaurantes de fine dining e casual dining, existem cada vez mais espaços com uma oferta de um menu de degustação vegetal ou com diversas opções à carta. Alguns desses exemplos são: Feitoria* (Lisboa) [menu degustação], Prado (Lisboa) [à carta], Senhor Uva (Lisboa) [à carta], Casa de Chá da Boa Nova** (Leça da Palmeira) [menu degustação], 100 Maneiras* (Lisboa) [menu degustação], Bon Bon* (Lagoa) [menu degustação], Alameda (Faro) [menu degustação], entre outros. 

Foto: Luís Feraz 

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